quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Maria Delfina Morais de Vasconcelos


maria Delfina de Morais Vasconcelos Diz:

Por mero acaso ( andava à procura de informações sobre a extraordinária prof. de História e Filosofia do Filipa e investigadora/historiadora, Maria Emília Cordeiro Ferreira, ela pp. cunhada do Prof. Vitorino Magalhães Godinho, e, nem por isso, impedida de leccionar no liceu…)qd, li o texto de Helena Cabeçadas.
Tendo sido aluna do Filipa nos anos de 1962/64, sinto que devo corrigir alguns lapsos de ” memória”…Em 1956/57, a tal prof.”anã”, Donatila Baptista, não era Reitora, seria qd. muito vice-reitora e uma grande prof. de Latim; a nota máxima nunca foi 14 pois eu pp e várias alunas da minha turma de então tivemos notas bem superiores a essa, dadas, exactamente, pela tal “prof. anã” em Latim; a inscrição na Mocidade Portuguesa era obrigatória pelo que ninguém estava dispensado; fiz, como aluna, 2 viagens de estudo e outra de finalistas, bem como festas nos finais de ano lectivo.
Lamento que a sua memória do Filipa tenha falhas e seja tão negativa, mas o que mais me surpreende é que se confunda ordem e disciplina (tão reivindicadas de novo para as escolas e fundamentais na educação e formação das pessoas) com repressão e fascismo. Com a experiência da vida, as nossas interpretações do passado vão-se alterando mesmo que as nossas convicções se mantenham…

Sem comentários: