sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
NA HORA DA MORTE DE UM AMIGO
Conhecemo-nos aos 12 anos e logo fundámos uma amizade baseada no Eça, no Woody Allen, no Rock, em mais dois ou três pilares essenciais, e outras tantas coisas boas desta vida. Além disso, partilhava com ele — como com mais ninguém — um sentido de humor muito nosso. Temos também em comum extraordinárias histórias que vivemos em conjunto. Aliás, contadas ninguém acredita. O Duarte Nunes de Almeida era daquelas especialíssimas pessoas a quem ninguém conseguia ficar indiferente. Possuía uma inteligência brilhante, uma sensibilidade apurada e um requintado bom-gosto. Amava as mulheres e tudo o que de bom havia neste mundo. Era, ainda, uma força da Natureza. Por estas e por outras, viverá para sempre na memória de quem teve o privilégio de com ele conviver.
Por mim, agradeço-te todos os inesquecíveis momentos que tivemos, Duarte. Até sempre. Deus te guarde.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
ATÉ SEMPRE (PARA O DUARTE NUNES DE ALMEIDA)
CAMINHADA EM ABERTO OU ESTRADA SEM FIM À VISTA
Este postal ilustrado aqui publicado com uma morena e uma loira deve ser visto e revisto com ajuda de um manual de instruções para abertura de caixas azuis que podem tornar-se de pandora sem mais nem menos nem demora e à mesma velocidade da troca de identidades ou de cores de cabelos na roda que roda da vida aparentemente tranquila mas que subitamente dispara e já não pára enquanto dura a música planante que vem de outro planeta à velocidade da luz que ilumina esta bela cena e projecta sombras lá para onde se escondem terríveis seres lunares ou só a continuação do nosso inacessível lado obscuro habitado por um inconfessável objecto de desejo e antes que se gaste a tinta ou que rebentem as teclas sob o meu violento martelar cadenciado vou parar se conseguir pois o balanço é muito e a memória que foi quase toda gasta na recordação desta história já não dá sinal do local dos travões para abrandar esta nave lançada em alta aceleração rasgando as trevas nocturnas com clarões sensuais próprios das melhores tempestades da cidade dos sonhos e por isso isto quedar-se-á apenas por falta de gás não sem antes dizer que esta conversa toda vai direitinha para quem a conseguir apanhar mas aviso já previamente que é recomendada principalmente a jogadores e reconstrutores de puzzles e conhecedores e manipuladores do subconsciente e assim sendo dirige-se muito especialmente de mim para o Duarte Nunes de Almeida.
Nota: Porque me faltam as palavras, republico este postal que escrevi no Eternas Saudades do Futuro em 30.03.2007.
domingo, 29 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
ALELUIA!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gente do nosso Liceu
Música do Liceu
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Música do Liceu
Para a gente do meu tempo, com amizade e saudade.
Beijos às raparigas e abraços aos rapazes.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Três é a conta que Deus fez
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Uma Pérola
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
PARABÉNS!!!
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
1979 — A Bomba do Ano:
Discos do nosso tempo — Ano de 1979 (mas que colheita, caramba!)
The B-52's, The B-52's;
Regatta De Blanc, Police;
Live At The Witch Trials, The Fall;
Fear Of Music, Talking Heads;
Unknown Pleasures, Joy Division;
London Calling, The Clash;
Quiet Life, Japan;
Broken English, Marianne Faithfull;
Armed Forces, Elvis Costello;
Rust Never Sleeps, Neil Young;
At Budokan, Cheap Trick;
Tusk, Fleetwood Mac;
The Wall, Pink Floyd;
Specials, The Specials.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
Mulheres do nosso tempo — Ano de 1979
Filmes do nosso tempo — Ano de 1979
Stalker / Stalker, de Andrei Tarkovsky;
Alien / Alien — O 8.º Passageiro, de Ridley Scott;
Die Blechtrommel / O Tambor, de Volker Schlöndorff;
Being There / Bem-Vindo, Mr. Chance, de Hal Ashbey;
Life Of Brian / A Vida de Brian, de Terry Jones;
Nosferatu: Phanton Der Nacht / Nosferatu, o Fantasma da Noite, de Werner Herzog;
Mad Max / As Motas da Morte, de George Miller;
Manhattan / Manhattan, de Woody Allen;
Kramer vs Kramer / Kramer contra Kramer, de Robert Benton;
All That Jazz / All That Jazz — O Espectáculo Vai Começar, de Bob Fosse;
Apocalipse Now / Apocalipse Now, de Francis Ford Coppola.
Mais uma achega estatística
quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
Upa, Upa!
Caramba! De onde é que veio — de repente — esta gente toda? Este contador — em boa hora instalado, ao fundo da página (mas, seria bom trazê-lo cá para cima para o pé do outro), por algum administrador, no Sábado — não mente (dizem até que conta por baixo e se deve multiplicar esse número de visitantes por dois) . Onde é que isto vai parar?... Ninguém pára o Filipa...! 





