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sábado, 24 de dezembro de 2011

Um Santo e Feliz Natal para os eternos Amigos do Filipa e suas Famílias

O Menino Jesus Salvador do Mundo, 1673
JOSEFA DE ÓBIDOS (1630 — 1684)
Óleo sobre Tela, 95 x 116,5 cm
Igreja Matriz de Cascais

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

NA HORA DA MORTE DE UM AMIGO

Morreu o meu mais antigo e maior amigo do Liceu.
Conhecemo-nos aos 12 anos e logo fundámos uma amizade baseada no Eça, no Woody Allen, no Rock, em mais dois ou três pilares essenciais, e outras tantas coisas boas desta vida. Além disso, partilhava com ele — como com mais ninguém — um sentido de humor muito nosso. Temos também em comum extraordinárias histórias que vivemos em conjunto. Aliás, contadas ninguém acredita. O Duarte Nunes de Almeida era daquelas especialíssimas pessoas a quem ninguém conseguia ficar indiferente. Possuía uma inteligência brilhante, uma sensibilidade apurada e um requintado bom-gosto. Amava as mulheres e tudo o que de bom havia neste mundo. Era, ainda, uma força da Natureza. Por estas e por outras, viverá para sempre na memória de quem teve o privilégio de com ele conviver.
Por mim, agradeço-te todos os inesquecíveis momentos que tivemos, Duarte. Até sempre. Deus te guarde.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

ATÉ SEMPRE (PARA O DUARTE NUNES DE ALMEIDA)

Laura Harring e Naomi Watts em Mulholland Drive (2001) de David Lynch


CAMINHADA EM ABERTO OU ESTRADA SEM FIM À VISTA


Este postal ilustrado aqui publicado com uma morena e uma loira deve ser visto e revisto com ajuda de um manual de instruções para abertura de caixas azuis que podem tornar-se de pandora sem mais nem menos nem demora e à mesma velocidade da troca de identidades ou de cores de cabelos na roda que roda da vida aparentemente tranquila mas que subitamente dispara e já não pára enquanto dura a música planante que vem de outro planeta à velocidade da luz que ilumina esta bela cena e projecta sombras lá para onde se escondem terríveis seres lunares ou só a continuação do nosso inacessível lado obscuro habitado por um inconfessável objecto de desejo e antes que se gaste a tinta ou que rebentem as teclas sob o meu violento martelar cadenciado vou parar se conseguir pois o balanço é muito e a memória que foi quase toda gasta na recordação desta história já não dá sinal do local dos travões para abrandar esta nave lançada em alta aceleração rasgando as trevas nocturnas com clarões sensuais próprios das melhores tempestades da cidade dos sonhos e por isso isto quedar-se-á apenas por falta de gás não sem antes dizer que esta conversa toda vai direitinha para quem a conseguir apanhar mas aviso já previamente que é recomendada principalmente a jogadores e reconstrutores de puzzles e conhecedores e manipuladores do subconsciente e assim sendo dirige-se muito especialmente de mim para o Duarte Nunes de Almeida.


Nota: Porque me faltam as palavras, republico este postal que escrevi no Eternas Saudades do Futuro em 30.03.2007.

domingo, 24 de abril de 2011

ALELUIA!

A Ressurreição de Cristo, 1463
PIERO DELLA FRANCESCA (c. 1420 — 1492)
Mural em Fresco e Têmpera, 225 x 200 cm
Museo Civico, Sansepolcro, Toscana, Itália.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Música do Liceu



Para a gente do meu tempo, com amizade e saudade.
Beijos às raparigas e abraços aos rapazes.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Três é a conta que Deus fez

Porque não há duas sem três, e porque existe sempre um eterno retorno, depois de me ter iniciado nestas coisas (e noutras, já agora) no Filipa de Lencastre, e de seguida me ter lançado na aventura a solo que é o Eternas Saudades do Futuro, volto a alinhar novamente num formato colectivo com os Jovens do Restelo.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

1979 — A Bomba do Ano:

Filme Rock 'n' Roll High School, de Allan Arkush
Com Música dos Ramones.

Discos do nosso tempo — Ano de 1979 (mas que colheita, caramba!)

Highway To Hell, AC/DC;
The B-52's, The B-52's;
Regatta De Blanc, Police;
Live At The Witch Trials, The Fall;
Fear Of Music, Talking Heads;
Unknown Pleasures, Joy Division;
London Calling, The Clash;
Quiet Life, Japan;
Broken English, Marianne Faithfull;
Armed Forces, Elvis Costello;
Rust Never Sleeps, Neil Young;
At Budokan, Cheap Trick;
Tusk, Fleetwood Mac;
The Wall, Pink Floyd;
Specials, The Specials.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Mulheres do nosso tempo — Ano de 1979

Bo Derek
em «10» / 10 — Uma Mulher de Sonho ,
de Blake Edwards.

Filmes do nosso tempo — Ano de 1979

Die Ehe Der Maria Braun / O Casamento de Maria Braun, de Rainer Werner Fassbinder;
Stalker / Stalker, de Andrei Tarkovsky;
Alien / Alien — O 8.º Passageiro, de Ridley Scott;
Die Blechtrommel / O Tambor, de Volker Schlöndorff;
Being There / Bem-Vindo, Mr. Chance, de Hal Ashbey;
Life Of Brian / A Vida de Brian, de Terry Jones;
Nosferatu: Phanton Der Nacht / Nosferatu, o Fantasma da Noite, de Werner Herzog;
Mad Max / As Motas da Morte, de George Miller;
Manhattan / Manhattan, de Woody Allen;
Kramer vs Kramer / Kramer contra Kramer, de Robert Benton;
All That Jazz / All That Jazz — O Espectáculo Vai Começar, de Bob Fosse;
Apocalipse Now / Apocalipse Now, de Francis Ford Coppola.

Mais uma achega estatística

Num universo de 1967 blogs portugueses, o espaço cá da rapaziada filipada acabou de entrar na tabela e logo para o n.º 406. Não está mal, para começar. Ora vão lá espreitar.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Upa, Upa!

Caramba! De onde é que veio — de repente — esta gente toda? Este contador — em boa hora instalado, ao fundo da página (mas, seria bom trazê-lo cá para cima para o pé do outro), por algum administrador, no Sábado — não mente (dizem até que conta por baixo e se deve multiplicar esse número de visitantes por dois) . Onde é que isto vai parar?... Ninguém pára o Filipa...!

Vira o disco...

Este blog lembra-me um jogo que fazíamos na época — nas aulas, nos cafés, nas casas de uns e outros —, que consistia numa adaptação do velho «cadavre-exquis» dos surrealistas. Pegava-se numa folha de papel em branco, escrevia-se ou desenhava-se qualquer coisa, depois dobrava-se, deixando só a última palavra ou parte de um traço à mostra (qual gato escondido com o rabo de fora), passava-se ao próximo, que fazia o mesmo, e por aí fora... O resultado final — quando se abria e esticava a folha — era um texto ou um desenho surrealista (mesmo!) , sempre surpreendente, que fazia as delícias de todos. O conceito permanece. A diferença é que agora o construímos com memórias e na altura o jogávamos com sonhos.

Vocalistas do nosso tempo — Ano de 1978

Debbie Harry