domingo, 7 de janeiro de 2007
Cheguei!
Admito que me toquem e que controlem! Para todos os que me queiram dominar é só dizerem!
Estou na caixa de correio ali em cima!
Ligações perigosas
Da ética da blogosfera (5)
Da ética da blogosfera (4)
Da ética da blogosfera (3)
Da ética da blogosfera (2)
Da ética da blogosfera (1)
sábado, 6 de janeiro de 2007

Éramos assim em 1983:
A minha ausência nesta fotografia deve-se, como alguns recordarão, do posicionamento anti-democrático adoptado pelo Conselho Directivo do Liceu Filipa que, atendendo à minha qualidade de ex-recluso de estabelecimento prisional, proíbe veementemente a minha presença nas listas para a Associação de Estudantes.
É caso para dizer:
"O Fascismo não passou, o Social-Fascismo não passará"
Da Graça Moncada
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Contributos
O Guilherme SS adiantou a hipótese de se voltar atrás e repensar a reunião de modo a poder ser um jantar com um pé de dança posterior.
De modo a colher tanto quanto fôr possível a opinião da maioria das pessoas é importante o vosso contributo.
Tudo começou assim
... lá vão 38 Primaveras.
Organizem-se
Como devem calcular, se queremos fazer a reunião no Filipa, temos que observar algumas pequenas condicionantes. O Filipa não é um espaço comercial, pelo que temos que contar com a boa vontade de alguém para abrir e fechar a porta. Se bem me recordo no ano passado já era quase madrugada quando saíram do Restaurante, ora isso não muito viável no Filipa.
Por outro lado, e se se fizer almoço, existe sempre a possibilidade de se ir ficando até a uma hora razoável, e caso se opte pelo género picnic, haverá viveres e bebidas para ir acompanhando o encontro. Por outro poder-se-á "abrir" a partir de uma determinada hora aos conjuges e filhos ( quanto mais não seja para que todos saibam onde fica o caminho para casa e que cheguem em segurança!).
Portanto aceitam-se sugestões!
Atenção, atenção!
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Novidades
Quem dá apoio em termos de Catering é a Gertal. Também tenho o contacto dos referidos senhores.
Mas lanço à discussão uma ideia que pode ter piada ( para além de ser mais barata). Cada pessoa responsabiliza-se por levar algo. Há várias coisas necessárias e possíveis:
Tartes, pratos de forno, batatas fritas, pizas, lasanhas, almondegas, arroz de pato, caril de lagosta, ovos verdes, etc, etc, etc...
Vinho tinto, cerveja, vinho branco, whisky, gin, vodka, rum e até água e sumos!
Bolos, gelados, doces, suspiros, cheesecake ( que eu adoro!), baba de camelo, etc, etc, etc...
Quanto a café, penso que poderemos obter no próprio Liceu. ( se se optar por este regime, penso que com apenas 5€ por pessoa para cobrir o apoio da limpeza, música, e outras despesas se pode fazer um encontro muito engraçado.)
Assim comentem desmedidamente a vossa opção.
Os primeiros petiscos proibidos
Ainda sabem jogar à bola?

O Odivelas F.C. (eu estou a ajudar) está a organizar um torneio de Futebol 7 para veteranos (mais de 30 anos) em campo de relva sintética (bom estado), este torneio vai ser jogado aos Sábados e Domingos ao fim da tarde (17.30 às 19.30), entre 13/1/2007 e 11/3/2007.
Cada equipa poderá inscrever 14 jogadores e o preço a pagar é de 490.00, o mesmo é dizer 35/40 euros por cabeça.
Quem quiser inscrever uma equipa completa pode faze-lo directamente, ou contactar-me se preferir; quem não tiver uma equipa completa e quiser jogar, pode juntar-se a mim, pois ainda há vagas na equipa onde estou.
Era bonito ver os Filipados a subir de novo aos relvados e replicar a inesquecíveis peladinhas que fazíamos, ora no terraço de tijoleira, ora no improvisado campo de alcatrão mesmo em frente à porta do liceu.
Os que quiserem participar podem enviar um mail para miguelxb@gmail.com. As inscrições acabam este fim-de-semana e já há alguns Filipados inscritos.
Nota: Mais informações sobre este torneio em: http://www.odivelasfc.com.
Aula de História
3-LRS-37-69 – Casal Boss

Foram muitas as horas, muitos e muitos os km’s em cima dela, muitos aqueles que transportou (chegou a levar 4 no saudoso trajecto Jet Set – Quinta da Marinha), foram também muitos os que nela aprenderam a andar de mota e muitas as histórias a que assistiu, raramente nos deixava apeados, esta, para mim histórica, Casal Boss, com a matricula 3 LRS-37-69.
Lembro-me com saudade um memorável picanço entre mim e o LAS (tb. de Boss), da Urquinha à Qtª da Marinha, no qual o meu pendura João Marchante vencido pelo cansaço da noite adormeceu a meio da corrida. Estávamos na Rotunda de Birre, no auge, prego a fundo, toques na embraiagem, as motas não davam mais, um contorna a rotunda pela esquerda, o outro pela direita, de repente sinto a mota mais leve, desequilibro-me, vejo um vulto passar a toda a velocidade ao meu lado e a estatelar-se no chão, o João tinha acabado de dar um mortal, talvez o único até hoje, solidário, também fui cheirar o alcatrão, levantei-me de imediato, olhei para ele e ouvi o valente pendura perguntar: Mas o que é que se passa aqui?
Uma outra vez estávamos sentados no varão do Filipa, chegou uma equipa da RTP a pedir pessoas com motas para um programa que estavam a realizar (Porque Hoje é Sábado) e lá fomos nós, eu o Duarte Nunes de Almeida, o Luís Paulo, a Mariana e mais alguns, conhecíamo-nos mal, ficámos amigos até hoje, ganhámos uns tostões e fomos “capa” de programa durante um ano.
Como se tivesse sido ontem, também me lembro do João Carlos a aprender andar de mota nesta Boss. Expliquei-lhe a invariável regra, 1ª para baixo, o resto, tudo para cima; montou-a junto do jardim do Filipa, arrancou, não meteu a 2ª, quando quis travar apertou na embraiagem, a lambreta soltou-se, ganhou um pouco de velocidade e parou no muro do Liceu. Dos que assistiram a esta cena poucos vaticinaram que este rapaz se viesse a tornar num dos mais célebres motares entre os Filipados. Pouco tempo depois já tinha a sua mota, uma RD. Penso que nunca mais parou, mas não vejo há muito tempo.
Neste primeiro post sobre a minha Boss ficaram muitas histórias para contar, outras oportunidades haverão, por hoje chega que já se faz tarde, num entanto saúdo aqui o meu pendura de estimação o TMC, e o pessoal das Boss’s, a C.P.L., L.A.S, J.P.L., etc. e todos os restantes motares da época, para além do nosso amigo, agora espanhol, J.S.B. que foi o único que comigo se magoou (fractura exposta no braço).
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
AAAFL
Pode até ser o momento de lhe dar corpo e forma, uma vez que já tem um enorme alma como se pode bem ver na dedicação e afecto que tantos têm aplicado. Já fomos fotografar empregados, falar com o CE, fotografamos a escola, as portas, o átrio, etc, etc, etc...
A questão essencial, a meu ver, é a seguinte: O que é que a AAAFL pode fazer pelo Filipa? Se arranjarmos boas respostas, temos base suficiente.
Peço a palavra ao presidente eleito o ano passado.
FOI NESTA PORTA..FOI MESMO!!!

Esta famosa porta, não era só para ir apanhar as bolas que caiam do terraço, esqueçendo, desde já, as que caíam no pátio da Igreja, e que o Senhor Prior fazia o grato favor de arrecadar... ainda hoje gostava de saber para quê..???
Foi nesta porta, pareço o José Hermano Saraiva a falar..., exactamente nesta famosa porta, de acesso ao interior do liceu, que muita bola de berlim se comeu...de forma absolutamente gratuita.. através da simpatia de manter a porta da carrinha sempre entreaberta entre subida e descida de tabuleiros e, onde mais tarde, se comeram umas outras coisas..., que agora não vale a pena explicar o quê...
E se ele tinha braços fortes de carregar com os tabuleiros...ó se tinha!!!
Quem é que se recorda disto?
São estas que não se esqueçem, e que este blog tem o condão de fazer reviver.
E se são giras...
O meu primeiro post
Começo por editar uma photomaton da época, pois é natural que muitos não se lembrem de mim.

A perspectiva do próximo encontro de Filipados se realizar no próprio Liceu D. Filipa de Lencastre, trouxe-me recordações desse ano, um dos anos mais marcantes da minha vida. A ilusão de liberdade e uma série de novos conhecimentos levaram a que um grito latente de rebeldia se soltasse, iniciando-se assim uma nova fase na minha vida.
Dedico este post ao Batata, que indirectamente, através do seu irmão Diogo (colega meu desde infância até então), contribuiu para que uma certa atitude Ramona despertasse em mim.
Aquisição na Socidel dos meus primeiros ténis Sanjo, já aqui referidos como um dos ícones da época, bem como o facto de logo após os calçar, dirigir-me ao relvado mais próximo, esfregando a sua alvadez para que adquirissem uma certa pátine é exemplo da influência Brás Teixeira.
O acto heróico, de com os meus jovens 13 anos me dirigir à Valentim de Carvalho do C.C.Alvalade, para comprar o Rocket to Russia dos Ramones, que o 79-84 muito bem incluíu em post, também é influência Brás Teixeira.
Obrigada manos Brás Teixeira, não só por isto, mas também por todo o Rock que ouvi nas vossas festas no apartamento no bairro de S. Miguel, assim como os focos, parecidos com os semáforos que sinalizam o trânsito, que lá a casa foram parar, para ajudar a criar ambiente psicadélico a festejar os meus 13 anos.
Felicito-te Batata pelo Blog.
Acho a ideia de nos reunirmos na cantina do Liceu fabulosa. Faz-me lembrar uma festa dessa época e nesse espaço, que dançando ao som de Rock, caíam do tecto pingos de condensação.
Fico por aqui…
Meninas, vamos lá a dar no teclado.
Inês RR, tu que tinhas tanto jeito para a escrita não postas aqui as tuas recordações?
Sondagens
Neste caso temos duas a correr. Uma sobre a data e com 11 participações temos um preferência de 9 pessoas para o dia 27 de Janeiro e apenas 2 para o dia 12 de Janeiro. Se mais alguém clicar nos locais apropriados podemos vir a ter dados mais expressivos!. Vá lá tentem!
Quanto ao local, acho que é incontornável! Todos querem voltar ao Filipa! 100%, ou seja 11 votinhos! Contudo ainda não temos a confirmação da possibilidade de ser lá o nosso jantarinho, ou almoço que o que permitirem.
1980!!!!!!
1979
E 1978
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
À mui nossa Leonor LCA
O que é feito da Nono L.?
(se não souberes como, manda-me 1 mail)
Poesia Filipada
... Um grito no espaço...
... Uma pedra no sapato...
... Um salto para a eternidade...
[Poema construído em estilo automático — tipo «cadavre-exquis» oral —, por vários Filipados, ao longo de alguns anos, por aqui e por ali, ao sabor de nocturnas e profundas reflexões; e, demonstrativo de um certo espírito da época...! Note-se que ainda se mantém em aberto, propício a ser continuado pelos autores de então (eles andam aí...) ou por outros, que queiram dar-lhe uma achega...]
Divas, ou não...
Contactos
Adérito Tavares: A Resposta
Meu caro Luís A.S., prezado amigo:
Claro que me lembro bem de si. Para o provar, aqui vai o episódio em que nos vimos pela última vez: acompanhava eu uma visita de estudo com alunos meus da Católica, num percurso pela Lisboa queirosiana, quando, em frente ao Espaço Chiado, surge o Luís, de dentro de uma loja de ménage. Avistara-me pela vitrina e não hesitou em sair para me cumprimentar efusivamente, com a alegria e a espontaneidade que o caracterizam. Disse-me que se ia casar e que estava a escolher a lista de prendas. Demos um abraço e eu desejei-lhe as maiores felicidades. Foi assim?
Os seus elogios recebo-os com gratidão mas levo-os à conta da sua estima. Eu creio ser dos raros que, em Portugal, leccionaram em todos os graus de ensino: nos 12 anos de escolaridade dos ensinos Básico e Secundário (antigos ensinos Primário, Preparatório e Liceal) e nos cinco anos de uma licenciatura (na UCP). E não me pergunte que alunos gostei mais de ter, se os meninos de seis anos, que chegavam amedrontados à primeira classe da escola primária, se os jovens universitários que hoje conversam comigo sobre a questão israelo-palestiniana, nas minhas aulas de História Contemporânea do curso de Comunicação Social da Católica. Não lhe saberei responder.
Olhando o meu já longo percurso de professor, podia contar-lhe muitos episódios marcantes, incluindo vários passados no Filipa. Por exemplo sobre a viagem de estudo a Tomar com os alunos do 12º ano do tempo do António Carlos Araújo (a quem eu dei 20 valores em História) e do Luís Miguel Nogueira de Brito; ou sobre muitas outras viagens: às aldeias históricas da Beira, a Salamanca, a Santiago de Compostela, a Madrid e Toledo, etc. É que eu sempre achei que as viagens e visitas de estudo podiam ser excelentes ocasiões para aprender e conviver. De qualquer modo, abusando da sua paciência, conto-lhe apenas um dos tais casos que marcam indelevelmente a vida de um professor:
- Num dia quente de Julho, estava eu a fazer exames orais da 4ª classe, numa escola primária de Setúbal, quando me aparece um rapazinho com o ar mais assustado do mundo. Nenhuma das minhas colegas examinadoras conseguiu arrancar-lhe uma palavra. Desci da mesa do júri e sentei-me ao seu lado; brinquei com ele, contei-lhe uma anedota e abri o seu livro de leitura à toa. O texto falava de cucos e eu perguntei-lhe se sabia como cantava o cuco. Ele abanou negativamente a cabeça e eu desatei a imitar um cuco juntando as mãos em concha e soprando sobre os polegares ligeiramente abertos. Dali por alguns instantes abria-se um sorriso no rosto do menino e abria-se também o seu "vasto" saber de aluno da 4ª classe de antigamente. Sabia tudo e aprovámo-lo com distinção. Isto é importante, mas não é o mais importante. Meses depois, recebo em casa uma carta escrita com letra hesitante: era da avó do menino que eu examinei. Dizia que nunca o seu netinho, criado por ela, tinha sido tratado com tanto carinho; e agradecia-me do fundo do coração. Nunca mais voltei a encontrar o menino do cuco, nem a sua avó, mas ainda hoje guardo aquela carta, cheia de erros de ortografia, como se fosse uma condecoração.
E guardo todas as minhas cadernetas, com as vossas fotografias de crianças ou jovens adolescentes. E guardo as vossas caras desse tempo na minha memória. Não as dos adultos que agora são, muitos de vós já pais de alunos. Por isso, é sempre com um grato prazer que recebo notícias de antigos alunos. Já visitei o vosso blogue e, se o Luís quiser lá colocar esta resposta ao seu e-mail, faça favor.
Diga também ao Miguel Xara-Brasil que eu fiz uma completa reportagem fotográfica, a cores, do famoso jogo de futebol entre o Benfica do Nené e do Sheu e a equipa do Filipa, no terraço do liceu. Posso enviar-lhe, a si ou a ele, algumas das fotos mais interessantes por e-mail. Preferia que fossem vocês próprios a "blogá-las". O blogue é vosso.
Um abraço.
Adérito Tavares
Respondi:
Espantoso efeito o do tempo nas almas maiores: não as tolhe de memórias simples de que é feita a existência humana! E, afinal, é destes retalhos que é feita a história dos homens. Foi consigo que aprendemos que a História não se repete, mas damos connosco a pedir a Deus que os nossos filhos tenham também por Mestres gente com tamanha paixão e fé na Escola, na Pátria e na Vida.
Vão 12 anos volvidos desse abraço e quatro filhos a justificar o casamento.
No 12º já o não tive por professor - ano 0 na UCP - mas n'alguns antes disso, me recordo bem. O Nogueira de Brito era da minha turma - e bom amigo - e o Araújo também, mais tarde. Das viagens de estudo ficou a memória da alegria de um convívio diferente e da paixão a um Povo e a uma História, que raramente voltei a encontrar.
Este blog - cujo convite a participar permanecerá sempre aberto - nasceu de um jantar, quase espontaneo, no ano passado, ao fim de 20 anos. Em breve haverá outro jantar, já mais alargado (a net é, nisto, um polvo a crescer!) em que a sua presença – e a dessas cadernetas! – será aclamada. Espero que nessa altura ceda, quanto mais não seja para ver no que esta gente se tornou.
O recado ao Xara Brasil ficará dado em post em que, por abuso da liberdade que me concede, publico esta e a sua missiva. E será ele a pedir-lhe que vasculhe a gaveta das fotografias, por certo.
Do menino do cuco só me ocorre dizer que está por fazer, em Portugal, o registo das memórias de quem teve por mestres – na escola, no liceu, na universidade – portugueses que dedicaram a vida, com paixão e verdadeira vocação, a ensinar também a viver. Só assim as novas gerações saberão que vale a pena.
Para além da alegria de o rever nestas linhas, aqui fica a gratidão pela profunda simpatia da resposta e pelo exemplo com que nos continua a marcar.
Há-de aturar-nos uma horas, em breve. Efusivamente, com a mesma indisciplina a que generosamente chama espontaneidade.
Renovo o abraço sem o maçar com mais texto,
Luís
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Carta ao meu amigo Caçador

Ilustre Amigo,
Venho nesta nota breve agradecer a amabilidade do seu convite para a montaria que ontem teve lugar na propriedade de seu Pai, nos arrabaldes da mui nobre Vila de Sintra (a mesma do malogrado Borba!). Malgrado as dificuldades de última hora em encontrar montada disponível – que aliás veio a ser poupada de carregar uma Senhora de porte maior, cuja identidade ainda ignoro - acabou por concretizar-se num dia de prazenteiro passeio, na companhia de nossa amiga Camila, pelos campos bravos das fraldas da Serra. É bem verdade que desde cedo nos perdemos dos restantes convidados e do meu bom amigo, mas também não tínhamos arma alguma que justificasse a perseguição a qualquer animal - que aliás duvidávamos alguma vez existir por aquelas paragens. Confesso agora que optámos então pelo passeio livre por outros caminhos, mas arribámos à propriedade perfeitamente a tempo de comentar, com exacto pormenor, todas as peripécias da caçada propriamente dita com vários comensais.
Queira Deus que um dia, quando formos nós os Pais, possamos fazer jus à memória destes momentos e convidar os nossos filhos se já não a uma caçada, pelo menos ao inesquecível prazer de uma passeata pelos montes da Lua. Em montadas tão capazes.
Aceite por ora um abraço caloroso deste seu amigo reverentíssimo,
Bispo
Urca, 13 de Junho de 1981
Reposta a Verdade
Adérito Tavares
http://www.ucp.pt/site/custom/template/ucptplpopup.asp?sspageid=114&artigoID=1390&lang=
Enviei-lhe, dia 1 de Janeiro o email:
"Mestre Ilustre,
Volvidos agora 30 anos de o termos tido como Mestre de História nas saudosas salas do Liceu D. Filipa de Lencastre, venho dar-llhe conhecimento da referência sempre elogiosa ao seu nome num blog revivalista de ex-alunos seus em http://filipalencastre7780.blogspot.com/.
O respeito pela figura e a memória da amizade obrigaram-me a este email e a este convite a que por lá deixe umas linhas. A geração em causa é a de 1977 a 1984."
LAS



























