E foi assim que Isabel de Castro se estreou no cinema, desempenhando um pequeno papel no filme de Jorge Brum do Canto, «Ladrão, Precisa-se».
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Simone de Oliveira
terça-feira, 31 de julho de 2012
Helena Cabeçadas
Bolseira da Fundação Cultural Luso-Americana (Fulbright) na Universidade de Pennsylvania, na área da Comunicação Intercultural.
Mestrado em Antropologia, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
2. Experiência Profissional
Institut Universitaire de Sondages d’Opinion (Université Libre de Bruxelles)
Institut de Sociologie de l’Université Libre de Bruxelles
Ensino: Instituto Superior do Serviço Social (Lisboa)
Escola Superior de Enfermagem (Macau)
Universidade da Ásia Oriental (Macau)
The Chinese University of Hong Kong
Instituto Superior de Psicologia Aplicada (Lisboa)
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa)
Universidade Lusíada (Lisboa)
Centro de Estudos e Profilaxia da Droga/Instituto da Droga e da Toxicodependência: Comunidade Terapêutica/ Consulta Externa/ Terapia Familiar/ Prevenção Primária das toxicodependências.
Philadelphia Psychiatric Center/ Drug Treatment Program (Filadélfia/ Estados Unidos)
Philadelphia Child Guidance Clinic/ Family Therapy Training Center (Estados Unidos)
Direcção dos Serviços de Saúde de Macau: Toxicodependência e Saúde Mental.
Social Research Center (The Chinese University of Hong Kong).
Consultadoria: Asia Consult (Condições de Habitação/ Macau)
Consulplano (Planos Directores Municipais)
UNESCO (Comunicação Intercultural)
Câmara Municipal de Lisboa (Plano Municipal de Prevenção da toxicod.)
Implementação, Acompanhamento, Supervisão e Avaliação de Projectos de Prevenção Primária da Toxicodependência.
Psicoterapia Individual e em Grupo de Toxicodependentes e suas Famílias.
Coordenação do Projecto Europeu AC Company (Drugs, Immigration and Culture)
Investigação na área da Antropologia Clínica/ Droga e Cultura/ Comunidades Terapêuticas/ Rituais Terapêuticos numa perspectiva comparada e transcultural: publicações várias em revistas científicas nacionais e europeias.
Maria de Lurdes Modesto
Maria de Lurdes Modesto
[Beja, 1930]

Membro fundador e responsável até 1988 pelo pelouro da alimentação (vertente culinária) da Fundação Portuguesa de Cardiologia, foi ainda consultora do Instituto Português de Cardiologia Preventiva de 1986 a 1990.
Assinou colaborações em diversos jornais e revistas, destacando-se os seus escritos publicados noDiário de Lisboa, no Diário Ilustrado, em Mulher d' Hoje, A Capital, O Tempo e Marie Claire. Foi também colaboradora da Rádio, onde manteve programas de gastronomia na Rádio Renascença (durante seis anos) e na Rádio Difusão Portuguesa/Rádio Comercial (durante onze anos).
Grande divulgadora e defensora da cozinha regional portuguesa, organizou e participou em vários certames gastronómicos em várias estações de televisão mundiais, nomeadamente nas televisões do Canadá, Estados Unidos, Itália, Luxemburgo, Macau e Suíça. É responsável pela versão portuguesa de muitas obras estrangeiras sobre culinária.
Isabel de Castro
ISABEL DE CASTRO A PROTAGONISTA DO FILME "FOGO"
E foi assim que Isabel de Castro se estreou no cinema, desempenhando um pequeno papel no filme de Jorge Brum do Canto, «Ladrão, Precisa-se».
Alice Vieira
Alice Vieira (1943)

Entre os prémio mais importantes que recebeu, contam-se o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil de 1983, por Este Rei que Eu Escolhi, e o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra, de 1994. Foi indicada por várias vezes como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen e ao Astrid Lindgren Memorial Award.
Outra Antiga Aluna


Maria de Lurdes Pintasilgo nasceu na freguesia de São João, Abrantes, filha de Jaime de Matos Pintasilgo (1897-1959), empresário ligado à indústria de lanifícios da Covilhã, e Amélia do Carmo Ruivo da Silva Matos Pintasilgo (1899-1982), doméstica. Cresceu numa família alargada, não cristã, agnóstica. Em 1933, nasceu o segundo filho do casal, José Manuel Matos Ruivo da Silva Pintasilgo. José Manuel enveredou pelo jornalismo. Casou com Maria dos Prazeres tendo falecido em 1985, sem deixar descendentes. Em 1937, a família de Maria de Lourdes Pintasilgo abandonou Abrantes e instalou-se em Lisboa. Maria de Lourdes realizou a instrução primária numa escola particular da Av. Almirante Reis, o"Colégio Garrett". Em 1940, ingressou no "Liceu D. Filipa de Lencastre". Terminou em 1947 o curso secundário como melhor aluna do liceu, por dois anos consecutivos obteve o Prémio Nacional.

Em 1953, com 23 anos, licenciou-se em Engenharia Químico-Industrial, pelo "Instituto Superior Técnico de Lisboa", numa época em que eram poucas as mulheres que enveredavam pela área da engenharia. Entre os 250 alunos do seu curso, apenas 3 eram mulheres. Iniciou a sua carreira profissional, em 1953, como investigadora na "Junta Nacional de Energia Nuclear", e em 1954, foi nomeada chefe de serviço no Departamento de Investigação e Desenvolvimento da Companhia União Fabril (CUF), que aceitou pela primeira vez uma mulher nos seus quadros técnicos superiores. Em 1957, depois de uma passagem pelos Estados Unidos da América, fundou em Portugal, com Teresa Santa Clara Gomes, o movimento internacional "Graal". Em 1969 recusou o convite do presidente do Conselho, Marcelo Caetano, para integrar a lista de deputados à Assembleia Nacional. Depois da revolução do 25 de Abril de 1974, foi nomeada secretária de Estado da Segurança Social no I Governo Provisório. Ocupou como ministra a pasta dos Assuntos Sociais nos II e III Governos Provisórios, e em 1975 foi nomeada embaixadora junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura ali permanecendo durante quatro anos. Foi depois eleita como membro do Conselho Executivo da UNESCO, por proposta dos países ocidentais, durante a Conferência Geral de 1976, realizada em Nairobi, pelo reconhecimento das suas capacidades na resolução de problemas difíceis e pelo seu conhecimento profundo em matérias como ciência, educação e cultura.
Antiga Aluna

1939 – Entra para o Colégio Académico, em Lisboa, onde faz a 3ª e a 4ª classes.
Primeiro casamento que terminará com divórcio em 1950.
1956 – Converte-se ao catolicismo.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
DA MINHA NOVA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL DE FOTOGRAFIA
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
MAIS UM LUGAR NA REDE
sexta-feira, 18 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Espote pá rádio 1
Nem o De Niro nos mete medo!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Um Santo e Feliz Natal para os eternos Amigos do Filipa e suas Famílias
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
1.º de Dezembro de 1640
o 1.º de Dezembro
será sempre evocado!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
750 anos D. Dinis - Jantar Concerto.
Numa organização onde estão envolvidos vários ex-filipados e onde mais ainda têm marcado presença assídua nas várias iniciativas respeitantes às comemorações dos 750 anos, vimos agora convidar todos a marcarem presença no Jantar de encerramento de Outubro-Mês de D.Dinis. sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
750 anos do Rei D. Dinis.
Destaco a Conferência, onde uma série de oradores de elevada categoria nos vão dar mais uns ensinamentos e o jantar de dia 28.
Um abraço a todos e beijinhos a todas.
sábado, 10 de setembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
NA HORA DA MORTE DE UM AMIGO
Conhecemo-nos aos 12 anos e logo fundámos uma amizade baseada no Eça, no Woody Allen, no Rock, em mais dois ou três pilares essenciais, e outras tantas coisas boas desta vida. Além disso, partilhava com ele — como com mais ninguém — um sentido de humor muito nosso. Temos também em comum extraordinárias histórias que vivemos em conjunto. Aliás, contadas ninguém acredita. O Duarte Nunes de Almeida era daquelas especialíssimas pessoas a quem ninguém conseguia ficar indiferente. Possuía uma inteligência brilhante, uma sensibilidade apurada e um requintado bom-gosto. Amava as mulheres e tudo o que de bom havia neste mundo. Era, ainda, uma força da Natureza. Por estas e por outras, viverá para sempre na memória de quem teve o privilégio de com ele conviver.
Por mim, agradeço-te todos os inesquecíveis momentos que tivemos, Duarte. Até sempre. Deus te guarde.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Duarte Nunes de Almeida - 1966-2011
ATÉ SEMPRE (PARA O DUARTE NUNES DE ALMEIDA)
CAMINHADA EM ABERTO OU ESTRADA SEM FIM À VISTA
Este postal ilustrado aqui publicado com uma morena e uma loira deve ser visto e revisto com ajuda de um manual de instruções para abertura de caixas azuis que podem tornar-se de pandora sem mais nem menos nem demora e à mesma velocidade da troca de identidades ou de cores de cabelos na roda que roda da vida aparentemente tranquila mas que subitamente dispara e já não pára enquanto dura a música planante que vem de outro planeta à velocidade da luz que ilumina esta bela cena e projecta sombras lá para onde se escondem terríveis seres lunares ou só a continuação do nosso inacessível lado obscuro habitado por um inconfessável objecto de desejo e antes que se gaste a tinta ou que rebentem as teclas sob o meu violento martelar cadenciado vou parar se conseguir pois o balanço é muito e a memória que foi quase toda gasta na recordação desta história já não dá sinal do local dos travões para abrandar esta nave lançada em alta aceleração rasgando as trevas nocturnas com clarões sensuais próprios das melhores tempestades da cidade dos sonhos e por isso isto quedar-se-á apenas por falta de gás não sem antes dizer que esta conversa toda vai direitinha para quem a conseguir apanhar mas aviso já previamente que é recomendada principalmente a jogadores e reconstrutores de puzzles e conhecedores e manipuladores do subconsciente e assim sendo dirige-se muito especialmente de mim para o Duarte Nunes de Almeida.
Nota: Porque me faltam as palavras, republico este postal que escrevi no Eternas Saudades do Futuro em 30.03.2007.
domingo, 24 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Porque hoje é quarta
É dia de cinema no primeiro canal! Grandes fitas que passavam!
E como filmes daqueles já não há, agora é mais ficção de pastilhas elásticas, concursos para mentecaptos e afins relembro um bom filme para esse público.
Um série de maus filmes, a roçar mesmo o péssimo, mas com muita pancadaria e estupidez. Que gosto que era ver um destes filmes no Monumental, ou no Roma, no Império ou mesmo no Eden! E passar vezes sem conta em frente aos enormes cartazes pintados à mão! Tudo com calma e com tempo!
terça-feira, 28 de junho de 2011
À volta do tempo
A saudade apertava e o espaço que nos distanciava não era possível de ser ultrapassado.
Assim, parava e atirava para dentro de uma folha de papel aquilo que me apertava na alma. E, durante esse tempo, vivia a emoção de estar perto, senão mesmo, ali ao lado.
Todos os dias úteis vivia também a emoção da hora do carteiro. Haveria novidade? Uma carta?
Hoje não escrevo cartas. E as que recebo são, regra geral, recibos de contas pagas.
Agora, quando a vontade acontece, telefono, envio um sms ou mando um e-mail.
O tempo da saudade ficou mais curto.
Será que a Saudade passou a saudadinha?















