sábado, 5 de março de 2011
Arco do Cego
Durante 3 anos e tal esta rua foi calcorreada por mim, pelo menos, 2 vezes por dia. A única coisa que sobra, actualmente, é a chaminé mais alta. Tudo o resto tornou-se num monstro, tributo a uma qualquer escola estética de um qualquer movimento arquitectónico que me deixam sérias reservas.
É a rua do Arco do Cego, antes de ser rua Filipa de Vilhena, onde está edificado a sede da Caixa Geral de Depósitos. Eu diria que a foto é da década de 1970.
Nota: E o anúncio à pasta medicinal Couto?
Mais umas preciosidades
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
AAAFL
Quem é que se chega à frente?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Para a Elisa
Porque nunca é tarde para relembrar todos os colegas.
A Zi ( Elisa) foi minha colega do 7º ao 9º. Era uma rapariga, e continua a ser, fantástica. Muito viva e com franca vontade de se divertir.
Relembro uma aula de Português em que tivemos que fazer um roll-play de um excerto de um determinado autor. A determinado momento, e de acordo com o texto, havia que dar um "beijo repinicado". De todos os que fizeram esse pequeno teatrinho, foi a ela a única que, de facto, deu esse beijo ( muito ingénuo )! Foi um momento excitante! Quiçá quase obsceno para aquela idade. Devia correr o ano de 1979, e teríamos qualquer coisa como 14 anos.
Não fui eu quem mereceu esse afecto, mas fui eu que recebi o afecto de ter sido colega dela e por isso aqui vai uma música Fur Elise!
Beijos Zi!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Isto é mentira!!!!!!!!
Vê o que recebi num email de uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o diploma que estava na parede. Estava escrito o nome do dentista e, de repente, recordei-me de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome. Era da minha turma do Liceu, há mais 30 anos atrás, e eu perguntei-me: poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?
Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado... era demasiadamente velho para ter sido a minha paixão secreta.
Depois de ele ter examinado os meus dentes, perguntei-lhe se ele tinha estudado no Liceu Filipa de Lencastre.
- Sim, respondeu-me.
- Quando é que entrou?, perguntei.
- 1977. Por que pergunta?, respondeu.
- É que... bem... acho que era da minha turma!, exclamei eu.
E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de um boi transviado e de uma mula mal parida perguntou-me:
- A Sra. era professora de quê?
ISTO é uma mentira impossível de aceitar! Porque as meninas do Filipa continuam deliciosamente belas, formosas, lindas, jovens e, definitivamente, sexys! Nós, podemos estar um pouco maiores, com menos cabelo, a precisar de umas idas ao Holmes Place, mas também conitunamos uns tipos espectaculares!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gente do nosso Liceu
Música do Liceu
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Novidades fresquinhas
Estava na farmácia, local de culto no inverno, aviando-me com os necessários xaropes e mezinhas para uma dor de garganta e eis que entra, triunfante da sua generosa gripe, a Gabriela. Olho para ela e penso: "Macacos me mordam se esta não é a Gabriela que foi minha colega de turma do 7º ao 9º ano!" - Num ápice olhei à minha volta, voltei a olhar poara me certificar que não havia por ali macacos para me morderem e fui ter com ela.
- Por acaso a senhora não se chama Gabriela?
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Música do Liceu
Para a gente do meu tempo, com amizade e saudade.
Beijos às raparigas e abraços aos rapazes.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Pela abertura ao Público do Mosteiro de Odivelas
Como muitos de vós tem conhecimento, pese o facto de durante vários anos ter frequentado o Liceu, sempre tive que subir a Calçade de Carriche, primeiro no 36 e mais tarde na histórica Casal Boss.
Hoje, por Odivelas continuo e neste momento, em conjunto com mais algumas pessoas, estou a lutar por algo que interessa não só aos Odivelenses, como a todos os amantes da História de Portugal - A Abertura do Mosteiro de Odivelas ao Público.
Abaixo coloco a nossa fundamentação e um pouco da história do Mosteiro de Odivelas - Património Nacional - e a razão desta minha luta.
Agradeço a todos os que a ela se quiserem associar, que assinem e divulguem esta Petição, da qual sou o primeiro subscritor.
FUNDAMENTAÇÃO

D. Dinis apaixonou-se por Odivelas. A tal ponto que foi aqui que mandou construir um Mosteiro, em terras que eram suas, e é aqui, neste templo por si edificado, que repousam os seus restos mortais.
Não é possível fazer a história do reinado de D. Dinis ou sequer falar do estilo gótico edificado no nosso país sem nos referirmos a este monumento. Sem ele, Odivelas seria apenas um subúrbio de Lisboa, uma terra sem memória, um dormitório.
Mas Odivelas tem esse património de excelência que não pode ficar de costas voltadas para a população, para os turistas e para os amantes da História. Hoje, o monumento funciona como um estabelecimento de ensino feminino sob a responsabilidade do Ministério da Defesa. Os subscritores desta petição pretendem que, aos fins-de-semana e feriados, o Monumento Nacional (piso térreo e jardins) esteja aberto, sem restrições, à população.
Os odivelenses e os portugueses têm o direito de conhecer este monumento, visitando-o. O turismo cultural tem, cada vez mais importância, e Odivelas não pode continuar a ignorar o seu mais importante monumento. Mais: é essencial que Portugal conheça melhor um dos seus mais importantes monarcas e que, através dele, se compreenda melhor a história desta terra.
Por tudo isto, lançámos esta petição. Queremos a sua colaboração. Juntos, todos juntos, vamos devolver o Mosteiro à vida do Concelho de Odivelas, à vida de Portugal. Finalmente!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
25 Anos!
A personagem esteve no ar durante 10 anos, entre 1986 e 1997, na RTP.
Sabes como tudo começou? O Vitinho era a mascote de uma empresa alimentar, que decidiu produzir uma animação para televisão, utilizando este boneco e adicionando uma música que dizia às crianças que estava na hora de ir dormir.
Ouve e vê aqui o Boa Noite, Vitinho:
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Praça de Londres
Por mais que me esforçe nunca chegarei a este apuro na estupenda descrição da nossa Praça de Londres.
São 58 segundos de um discurso empolgante!
Três é a conta que Deus fez
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Grandes novidades
Em breve dar-vos-ei, nomeadamente o número de contribuinte!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Uma Pérola
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Museu Virtual
O Liceu deu início à publicação, em forma de blogue de um museu virtual das peças que se encontram lá.
Vale a pena ver!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Boas Festas!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Cromos da Bola
Este é o nome de uma rubrica, a qual está inserida num blogue que fiz há uns tempos (Odivelas Um Rumo) e onde poderão ver imagens de alguns dos melhores jogadores de futebol de todos os tempos, muitos deles do nosso tempo de Filipa.
Esta rubrica, Cromos da Bola, é actualizada todos os dias às 18.30h.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Novidades de Dezembro
Mais relaxado vamos lá então ao meu estimadíssimo Almanaque. E sobre o fascinante tema da Astrologia, que nos deixa sempre ansiosos de amanhãs idílicos e cheios de gratas quantidades que felicidade e amor que o Insondável nos fará a especial honra de nos obsequiar, vou descrever o que nos dirá, então este mês de Dezembro.
As Mulheres
As mulheres nascidas em Dezembro são muito formosas, galantes, sensíveis às homenagens, mas por vezes levianas. Na idade avançada tornam-se orgulhosas, intrigantes e atrevidas. Geralmente vivem até longa idade. Diz o ano 2000. Em 2001 elas são belas e perfeitas, vivendo até longa idade. São muito tímidas na mocidade e tornam-se depois atrevidas e intrigantes. Quando casadas são ciumentas. Em 2002 possuem as mulheres de Dezembro grande beleza, sendo muito perfeitas. Por vezes são levianas, caprichosas e sensuais. Com o avançar da idade tornam-se orgulhosas, atrevidas e intrigantes. Quando casadas são ciumentas. Geralmente, vivem até longa idade. Em 2003 ficam a ser, estão belas e muito tímidas na sua juventude. Quase sempre vivem até longa idade.
Os Homens
Os homens nascidos em Dezembro são ambiciosos e capazes de tudo para vencerem na vida, ainda que por vezes por processos nem sempre muito correctos. São estudiosos, diligentes e trabalhadores obstinados, ambicionando elevadas situações. Assim se caracterizavam no ano 2000. Em 2001 são, então, positivos e ambiciosos, tudo fazendo para vencer na vida, ainda que nem sempre por processos correctos. São trabalhadores obstinados, prudentes e astutos. Para 2002 o vaticínio é de serem estudiosos, trabalhadores obstinados, prudentes e astutos, além de positivos e ambiciosos para vencer na vida, ainda que por processos pouco correctos. Adoram os prazeres da vida. Ocupam-se de política, mas de política prática. Para 2003 resumem-se os nativos a serem muito prudentes e volúveis. Ambicionam situações elevadas e são persistentes trabalhadores.
Não tenho o ano de 2004 e de 2005 em diante a astrologia perde estas características fascinantes, ganhando uma dinâmica mais mística e virada para pessoas apreciadoras das últimas páginas das revistas Maria e afins.
Não quero, no entanto, deixar ninguém que tenha nascido em Dezembro de mal comigo, pois se me recordar que no dia 25 celebrarei o nascimento de Jesus, não estou a vê-Lo ser ambicioso e capaz de tudo para vencer na vida, sobretudo para quem se mostrou morrendo… mas enfim, não deixará de ser curioso!
Para as nossas meninas de Dezembro, já notaram que após o casamento se tornam mais ….. como dizer….. sogras? Mentira! São sempre belas, lindas, perfeitas, galantes, formosas e demais adjectivos que ficarão sempre aquém daquilo que é serem elas próprias!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Há 16 dias que aqui não publicava ...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Auxiliares
Conceição
Sr. Zé
Bárbara
Zulmira
Sr. Mário
Glória
Leonor
Augusta
Emília
Teresa
Alda
Dilara
Mercedes
Sónia
Celeste
Sr. António
Rita
Professores sem referência à disciplina
Carmo Pólvora
Letícia Clemente da Silva
Odete Santos
Mosca
Fátima Dart
Ilda Parada Leitão
Ondina Marques
Olga Reis
Alice Sousa
Maria Conceição Raimundo
Virgínia Paraíso
Eulália Frazão
Lino Neves
Elvira Barata
Maria Luísa Viegas
Maria de Jesus Pelote
França Borges
Daniel Marques da Silva
Marine Alberty
Ofélia
Maria José
Carmen Sofia
Armando Pereira
Teresa Dias
Margarida Ramalho
Verdasca
Maria helena Painho
Rosarinho Apleton
António Urbano
Fátima Cancelas
Judite Aranha
Maria José Serrão
Ivone
Eduarda BArbosa
Maria José Pontes
Maria de Deus Carvalho
Jorge Batista
Margarida Relvas
Professores de Desenho
Ondina
Professores de Educação Física
A nossa associada Adelaide Patrício
Camila
Margarida
Tavares
Professores de matemática
Pedro Ventura
....... Zulema
Manuela
Carmina Viegas
Alice Bana
Emanuel
Judite Barros
Maria Inês
Jules
Maria dos Reis Bento
Maria Santos
Professores de Física
Gertrudes Apleton Figueiredo
Daniel Silva
Maria Gertrudes Abreu Bastos
Dona Xepa
Barco à vela ou fisiquinhas ou outros mimos - Este professor tinha uma característica ínvulgar. Não fixava os alunos olhos nos olhos. Parecia que o seu olhar estava sempre noutro ponto. Havia alguns que diziam, coisas típicas desta altura, que se ele nos olhasse nos olhos nos ficaríamos logo hipnotizados! Recordo de o ter visto num fantástico programa de sábado à tarde, ou coisa parecida, daqueles com um tipo brutalmente característico de vazio, de sua graça Luís Pereira de Sousa. O programa era um colecionar de coisas diversas sem elo entre elas. E um dia, lá foi parar este nosso professor com a sua enorme capacidade de memorizar e pela mesma ordem colecções inteiras de números.
Não me posso esquecer a cena de um dia, por alturas do carnaval, um aluno ter levado para a sala de aula uma daquelas caixinhas que tinham de um lado passarinhos e do outro uma vaquinha a mugir. Resolve brincar ( ai que malandreco!) e toca de nos fazer ouvir os passarinhos. O nosso professor dirige-se à janela com o intuito de ver os animais. Como é de esperar a turma fica vagamente espantada. Uma aluna ( um beijinho para ti, E.) resolve bater no tampo da mesa, penso que dando um sinal de ausência de raciocínio do professor. Ao escutar esse barulho o professor dirige-se, então à porta da sala è espera de alguém. Aqui já não houve perdão e a risota já foi geral. O professor que não percebeu o motivo do riso, mas pensou ( e bem) que fosse por causa dele, fez aquele gesto peculiar do braço, como se fosse o sabichão daquele jogo que nós jogavamos, e onde parou o dedo, disse: "Rua!", e não é que calhou logo numa das melhores alunas? Ela cora brutalemente, e pergunta: "Eu, professor?" E nova explosão de risos. Outro bracejar, qual sabichão, e mais um brindado com a rua. Alguma perturbação que deu em 5, se a memória não exagera estas coisas, para a rua! Bem apanhado devem ter sido uns cinco minutos alucinantes! Passados mais de 30 anos, ainda me lembro tão bem desta cena!
Professores de História
Nazi! - vejam bem o que é que os alunos pensavam desta professora!
Cenourinha - Esta foi minha professora e posso dizer que apesar de ser a terceira vez que nos estavam a explicar a revolução industrial e o feudalismo, relembro um grande profissionalismo desta professora.
Estela Castro
Adérito Tavares - Já por aqui muito falado. Foi um professor que fez memórias calorosas.
Ana Rias.
Liberata Maria Henriques
Escreveu um ensaio, "A gíria académica" de 9 páginas que foi publicado em 1935, na Revista da Faculdade de Letras, ano 1935, tomo II, nº2
Em 1933 a Faculdade de Letras de Lisboa promove o afastamento do Professor Rodrigues Lapa após a sua conferência "A política do idioma e as Universidades" feita a 15 de Fevereiro de 1933. Esta acto da Universidade provoca um movimento de solidariedade entre os alunos e nos dias 2, 3 e 4 de Março de 1933 fazem parede às aulas e organizam uma visita conjunta a casa do Professor. Esta comportamento equivaleu a uma suspensão por 15 dias à nossa professora Liberata.
Com os dados que se recolhem da net ficamos com a ideia que deve ter nascido entre 1910 e 1915. Ou seja, quando foi minha professora tinha entre 62 e 68 anos. Atrevo-me a dizer que tinha ela e o seu casaco de astrakan, peça que sempre utilizava no Inverno.
Era dona de uma postura hirta e frontal, com um ligeiro sibilar, que não seria alheio ao facto de leccionar a língua francesa. Queixava-se com frequência do giz e de que o mesmo lhe incomodava as mãos.
Não menos famosos também os seus lenços, muito femininos por sinal, que tinham uma renda que era visível quando deles fazia uso.
Professores de Inglês
Maria Helena Dá Mesquita
Maria do Céu Saraiva Jorge
Elsa Azevedo
Filomena Póvoas













